domingo, 20 de setembro de 2009

Sem título 1

Eu adoro esse texto, se refere a uma das minhas primeiras viagens em Introdução à Filosofia. Até que não é um modelo tão esdrúxulo.

Hoje, na aula de Intro a Filosofia, o assunto foi Santo Agostinho, livre-arbítrio mais especificamente. Aí, um dos temas tratados foi como se aproxima de Deus e tals. Consegui desenvolver uma teoria paralela interessante:

1) Deus é o núcleo. Não apenas no sentido de centro. Núcleo de átomo mesmo, só que bem grandão, com partículas positivas e neutras, sendo que essas partículas positivas atraem.

2)Nós, as pessoas, somos corpos neutros, mas carregados igualmente com partículas positivas e negativas. Desse modo, Deus pode nos atrair por indução.

3)No caminho até a iluminação, há vários níveis de esclarescimento, de virtudes. Os saltos de níveis se dão quando se consegue um nível maior de esclarescimento. As virtudes são o que permite a indução do núcleo/Deus.

4)Pode-se afastar do núcleo, quando as virtudes não são empregadas. Desse modo, parte-se do ponto onde se está em direção ao vazio, ao nada. Que seria o mal, enquanto o núcleo/Deus seria o bem.

Esses são os pontos. É um grande aglomerado de bobagem. A universidade me mostra que vai demorar um grande tempo até que eu seja capaz de escrever alguma coisa que valha a pena ser lida.

11/09/2008

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